''Fui à Justiça cobrar minha ex-mulher''

DEPOIMENTO

, O Estado de S.Paulo

13 de agosto de 2011 | 00h00

R.R., de 35 anos, operador de máquinas, pai de dois filhos

"Nos separamos em fevereiro do ano passado. No começo, quem pagava pensão era eu. Em setembro, quando começou a receber, ela tirou meus filhos da escola particular e entrou na faculdade. Vi que meus filhos estavam precisando de algumas coisas, estavam ficando largados. Pedi a guarda deles e hoje eles moram comigo.

Quando as crianças vieram, passaram-se cinco, seis meses, e ela nunca deu nada.

Sempre a procurei e ela dizia: "Não posso agora. Quando puder, vou ajudar". Mas ela não ganha tão mal. Tentei conversar. Mas não teve como. Era absurdo. Eu tinha de fazer alguma coisa pelos meus filhos. Não tem ninguém que os ame mais no mundo do que eu. Então procurei a Justiça em março deste ano. O pagamento da pensão foi determinado no mês passado. Quando caiu o dinheiro, ela ligou para a minha filha: "Fala para o seu pai que a pensão deve estar na conta dele". Achei aquilo absurdo."

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