Franco da Rocha vai ganhar 4 piscinões, mas só em 2013

Cidade que ficou isolada em janeiro por causa de enchentes terá de passar mais dois verões até obras ficarem prontas

MÁRCIO PINHO, O Estado de S.Paulo

28 Outubro 2011 | 03h04

A cidade de Franco da Rocha, que chegou a ficar isolada durante as enchentes de janeiro, vai ganhar quatro piscinões. Mas antes terá de passar por outras duas estações chuvosas. A previsão é de que eles fiquem pronto em 18 meses - ou seja, pelo menos depois do verão de 2013.

A construção dos reservatórios, anunciada em 13 de janeiro pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) - quando parte da cidade estava submersa -, teve o primeiro passo ontem, com a assinatura de um convênio com o Ministério da Integração Nacional. O órgão vai bancar R$ 28,5 milhões dos R$ 51,2 milhões necessários. "Não podíamos licitar a obra sem assinatura do convênio, porque perderíamos o recurso", afirmou o governador.

Dois piscinões serão no Ribeirão Eusébio, um será no Ribeirão Água Vermelha e o outro no Córrego Tapera Grande. Outra obra na cidade será a construção de pôlderes (muros e bombas) no Rio Juqueri e afluentes. Eles ficarão no centro da cidade e a previsão de conclusão é também de 18 meses. O Rio Juqueri corta a cidade e transborda em dias de chuva forte.

Rios. Para este verão, o governo estadual pretende ampliar o desassoreamento dos Rios Tietê e Pinheiros. Trata-se da retirada de resíduos para liberar espaço para o grande volume de água dos meses de chuva. "Já tiramos quase 900 mil metros cúbicos do Tietê e mais 400 mil metros cúbicos do Pinheiros. É uma obra importante", afirmou o governador.

Outras melhorias anunciadas no último verão, como o piscinão de Jaboticabal, no limite da capital com o ABC paulista, ainda estão em fase inicial.

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