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'Foi uma questão de solidariedade pessoal', diz Freitas

Em depoimento à Polícia Federal, José Carlos Wanderley Dias de Freitas confessou ter ligado para o reitor afastado do Instituto Federal do Paraná (IFPR), Irineu Mário Colombo. Ele afirmou que não pretendia vazar a operação da PF. "Em um ato de puro impulso, liguei para Colombo com o intuito de alertá-lo sobre o fato de que a auditoria em curso no IFPR havia chegado a uma dimensão mais grave e estaria inclusive subindo para a órbita da Controladoria-Geral da União, em Brasília." Wanderley disse que queria alertar Colombo "em razão de certa solidariedade pessoal". Em nota divulgada no dia da deflagração da Operação Sinapse, 8 de agosto, o IFPR informou que, quando Colombo tomou ciência de "indicativos de irregularidades", pediu auditoria e exoneração da Diretoria de Educação a Distância. / F.M.

O Estado de S.Paulo

31 de agosto de 2013 | 02h14

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