'Foi dito até que eu não gostava de enredos brasileiros'

Carnavalesco Paulo Barros celebra segundo título à frente da Unidos, agora com homenagem a Gonzagão

O Estado de S.Paulo

23 de fevereiro de 2012 | 03h08

Admirado e criticado a cada desfile, o carnavalesco Paulo Barros surpreendeu mais uma vez. Diferentemente dos últimos anos, sua Unidos da Tijuca não chegou ontem à apuração como uma clara favorita ao título, o segundo da carreira dele. Depois de seguidos vice-campeonatos entalados na garganta, ele só havia vencido antes em 2010, com o enredo É Segredo!, quando encantou a plateia com surpresas e truques de ilusionismo já na comissão de frente.

Neste ano, ele parou de resistir ao pedido do presidente da Tijuca, Fernando Horta, para elaborar um enredo sobre Luiz Gonzaga. "Foi dito até que eu não gostava de fazer enredos tipicamente brasileiros. Mesmo não sendo um enredo autoral meu, abracei a ideia. Tenho de me apaixonar pelo que faço e eu sou apaixonado pelo meu trabalho." /A.R.

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