VALERIA GONÇALVEZ/ESTADÃO - 2018
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Fogo no Museu da Língua Portuguesa foi causado por defeito em holofote

Polícia Civil concluiu inquérito que investigava destruição da estrutura, em dezembro de 2015

Redação, O Estado de S.Paulo

05 de julho de 2019 | 00h34

SÃO PAULO - A Polícia Civil de São Paulo concluiu o inquérito que investigava o incêndio que destruiu o Museu da Língua Portuguesa. Ninguém foi indiciado e o laudo da perícia aponta que o fogo foi provocado por um "defeito em um dos holofotes".

As conclusões do inquérito foram transmitidas pela Secretaria da Segurança Pública (SSP) nesta quinta-feira. O incêndio, que atingiu o museu no dia 21 de dezembro de 2015, destruiu parcialmente a estrutura e matou o brigadista Ronaldo Pereira da Cruz, que tentava combater as chamas. 

No dia do incêndio, a Estação da Luz, que funciona no mesmo complexo, foi evacuada e os trens pararam de circular. A área não tinha o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). 

A estrutura vem passando por obras de restauração. Em maio deste ano, a Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa anunciou que o Museu da Língua Portuguesa deve reabrir as portas no primeiro semestre de 2020.  

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