Fiscalização em Viracopos foi reforçada com agentes e aparelhos

Com explosão de casos de apreensão no aeroporto, Polícia Federal reforçou o combate ao crime organizado no terminal

O Estado de S.Paulo

10 Setembro 2012 | 08h43

SÃO PAULO - A explosão de casos de apreensão de cocaína em Viracopos a partir de 2011 fez a Polícia Federal reforçar o combate ao crime organizado no terminal. Até o início do ano, a polícia tinha três pessoas no aeroporto. Em 2012, um delegado, um escrivão e mais um cão farejador foram colocados em uma unidade montada oficialmente. Os agentes também ganharam um espectrômetro de massa, aparelho que identifica de traços de drogas a explosivos.

Um dos maiores problemas ainda existentes é a falta de um scanner de corpo, que já foi solicitado para o Ministério da Justiça, chegou a ser comprado, mas acabou sendo enviado para Cumbica, onde agora há dois equipamentos. Hoje, toda pessoa suspeita de carregar droga dentro do organismo precisa ser levada para um hospital. E a principal arma da PF para capturar traficantes é a observação de comportamentos suspeitos.

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