Filho de Avallone é detido com suposta CNH falsa

Caio Vinícius foi pego em blitz da lei seca, na zona sul, e também teve carro apreendido por falta de licenciamento

PEDRO DA ROCHA, RICARDO VALOTA, BRUNO RIBEIRO, O Estado de S.Paulo

21 Março 2012 | 03h04

O publicitário Caio Vinícius Avallone, de 37 anos, filho do jornalista esportivo Roberto Avallone, foi detido ontem, às 22h15, na Vila Nova Conceição, zona sul da capital paulista, acusado de portar uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) supostamente falsa.

O documento tinha a foto e o nome de Caio, que foi parado por policiais militares da Força Tática do Comando de Policiamento de Trânsito (CPTran) na altura do número 1.058 da Avenida Hélio Pellegrino durante uma blitz da Operação Direção Segura, que fiscaliza o cumprimento da lei seca. O publicitário dirigia um Honda Civic preto.

Em um primeiro momento, os policiais pediram que Avallone fizesse o teste do bafômetro ele aceitou: o resultado mostrou que o publicitário não havia ingerido nenhuma quantidade de álcool. Mas, na sequência, pediram os documentos de Avallone e do Civic que ele guiava.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, a CNH do publicitário tinha sinais de que era falsa. Ao desconfiar do documento, os policiais começaram a interrogá-lo.

Contatos. A Polícia Civil disse que o publicitário afirmou ter adquirido a habilitação com um despachante sugerido por um amigo de academia, porque o documento antigo havia vencido e era preciso renová-lo. No entanto, Avallone não identificou quem são as duas pessoas.

O carro do publicitário ficou apreendido pela polícia por causa da falta de licenciamento. Avallone foi liberado após prestar depoimento no 27.º DP, de Moema, também na zona sul, mas poderá responder judicialmente pelo menos por uso de documento falso.

A CNH ainda será periciada por técnicos do Instituto de Criminalística (IC). No boletim de ocorrência, foi registrado "uso de documento falso" e "apreensão de objeto", por causa do carro do publicitário.

O Estado tentou entrar em contato tanto com o publicitário quanto com o jornalista, mas nenhum dos dois foi localizado pela reportagem até a noite de ontem.

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