Filha acusada de assassinar ex-ministro do TSE ficará em prisão domiciliar no DF

JUSTIÇA

, O Estado de S.Paulo

03 de setembro de 2010 | 00h00

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) concedeu ontem prisão domiciliar à arquiteta Adriana Villela. Ela está detida desde o dia 16, acusada de atrapalhar as investigações do assassinato do pai, o ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), José Guilherme Villela, da mãe, Maria, e da empregada Francisca da Silva. Os três foram mortos com 73 facadas, há um ano, no apartamento onde moravam, numa quadra nobre de Brasília.

Ela poderá deixar a prisão, mas deverá cumprir "liberdade restrita" nos próximos 12 dias, até que se completem os 30 dias da prisão temporária.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.