Fiação põe fauna em risco

REDE ELÉTRICA DE JUNDIAÍ

O Estado de S.Paulo

12 de setembro de 2012 | 03h03

Possuo uma chácara na área urbana de Jundiaí que é visitada por animais silvestres que habitam as matas de dois clubes de campo vizinhos. A fiação elétrica da CPFL Piratininga é desencapada e, não raro, macacos são eletrocutados. Solicitei à CPFL que desenergizasse a fiação no trecho após o meu imóvel, pois não há nenhum usuário no fim da rua, que é particular. Resposta da CPFL: impossível! Só é permitido solicitar a retirada dos fios e, mesmo assim, cobrando uma taxa de serviço. Será que a companhia não se incomoda em causar esse dano à fauna? Se não quer investir em cabos isolados, que tome outra atitude!

SILVIA C. R. DE VASCONCELLOS / JUNDIAÍ

O gerente de Serviço de Rede, Cesar Augusto Vita Perri, esclarece que a CPFL Piratininga efetuou estudos de viabilidade de instalação de rede protegida na região mencionada e programou a obra para ser executada nos próximos 60 dias úteis, a contar de 3/9. Reforça que pauta sua atuação nos princípios de sustentabilidade e respeito ao meio ambiente. A substituição de redes nuas por redes protegidas contribui para a convivência adequada dessas redes com a vegetação e a fauna, propiciando a formação de corredores ecológicos.

A leitora comenta: É uma excelente notícia saber que a CPFL planeja alterar a rede para um modelo mais favorável à fauna. Fico muito feliz, porque nosso foco e o de vários vizinhos sempre foi proteger os animais da região. Além da Serra do Japi, Jundiaí ainda tem manchas de mata espalhadas por toda a cidade; nosso imóvel fica na bacia da represa que abastece o município e cada pedacinho de corredor de fauna é precioso.

BANCO DO BRASIL

Aumento abusivo no seguro

Sou cliente do Banco do Brasil há mais de dez anos e sempre fiz o seguro do carro por este banco. Todavia, para minha surpresa, ao fazer uma simulação para a renovação do referido seguro, tive um verdadeiro choque: um aumento de 130%. O valor do seguro, mantendo as mesmas coberturas, saltou de R$ 808,30 para R$ 1.856,26. Meu perfil de risco continua o mesmo do ano passado. Mantive contato com o banco para melhorar a proposta, sem êxito. Gostaria que o banco justificasse tal aumento abusivo.

ALESSANDRO VIDAL CACCIA / GUARULHOS

A Brasilveículos esclarece que o valor do seguro é ajustado de acordo com as coberturas e assistências contratadas pelo cliente. Caso deseje, o leitor pode encaminhar nova proposta à companhia.

O leitor reclama: Tentei melhorar a proposta, mas a companhia não apresentou um valor razoável. Fui obrigado a, após mais de dez anos de relacionamento, mudar de seguradora!

PINHEIROS

Espera por poda de árvore

Resido na Rua Boquim e, desde outubro do ano passado, solicito à Subprefeitura Pinheiros a poda dos galhos de duas árvores. Tenho uma coleção de protocolos e, na última solicitação, o atendente disse que é preciso entrar em contato com a Eletropaulo, pois há fios no meio dos galhos. O fato é que há mais de dez meses solicito o atendimento, sem resposta. Frequentemente, os galhos caem sobre minha cerca elétrica, arrebentando-a e fazendo disparar o alarme.

MARIA THEREZA DE BARROS FRANÇA / SÃO PAULO

A AES Eletropaulo informa que o serviço de poda está programado para ser realizado até 30/9.

A leitora comenta: Caso a poda não seja feita até a data prometida, vou fazer um bolo de aniversário, pois no dia 3 de outubro o problema completa um ano!

TELEFÔNICA/VIVO

'Buzinaço' no Brooklin

Com relação à reclamação do barulho de buzina no Brooklin, feita pelo leitor sr. Flávio Moreira (São Paulo Reclama, ed. de 24/8, pág. C2), gostaria de acrescentar algumas informações, já que meu escritório fica na Rua Michigan. A entrada da garagem do prédio da Telefônica/Vivo fica a aproximadamente 70 metros de distância da portaria. Tanto para chegar como para sair os motoristas usam a buzina para alertar o porteiro. Quando o porteiro não está no local ou, por qualquer outro motivo, não atende o toque da buzina, o motorista passa a buzinar diversas vezes e até a gritar pelo porteiro. Estranho que, em pleno século 21, uma empresa que deve utilizar tecnologias modernas para prestar seus serviços permita que ocorram fatos como os acima citados.

RENATO CICCALA / SÃO PAULO

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