Ferido em explosão no Conjunto Nacional está em estado grave

Condomínio na Avenida Paulista tremeu, dizem testemunhas; problema foi no ar-condicionado de academia

Solange Spigliatti, estadao.com.br

23 de julho de 2008 | 09h42

Os dois trabalhadores que se feriram na tarde de terça-feira, 22, após a explosão em um aparelho de ar-condicionado no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, permaneciam internados no Hospital das Clínicas, um deles em estado grave, na manhã desta quarta-feira. Segundo informações do Hospital das Clínicas, Rildo Elias Soares, de 39 anos, que fraturou uma das pernas e teve queimaduras pelo corpo, continuava internado mas ainda não há informação sobre o estado de saúde. Já Santo Galli Sobrinho teve 60% do corpo queimado e permanece na Unidade de Terapia Intensiva de queimados do hospital. Segundo nota divulgada pela administração do Conjunto Nacional e da Bio Ritmo Academia, por volta das 14 horas, houve uma explosão na área externa do edifício, no terraço voltado à Alameda Santos. O acidente provocou ferimentos nos profissionais de uma empresa terceirizada especializada na manutenção de aparelhos de ar-condicionado, que realizavam uma operação de rotina em uma máquina no local. O funcionamento do edifício e da academia voltou ao normal por volta das 15 horas.

Tudo o que sabemos sobre:
Conjunto Nacionalexplosão

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.