Feriado terá chuva e obras em estradas

Excesso de carros, neblina e máquinas na pista são maiores desafios para motoristas

O Estado de S.Paulo

11 Outubro 2012 | 03h03

O grande fluxo de veículos e as obras nas rodovias paulistas prometem mais um fim de semana prolongado com pontos de congestionamento. Além disso, como a previsão é de chuva para os próximos dias, a Polícia Rodoviária Estadual recomenda atenção redobrada nas rodovias, especialmente nos trechos serranos, por causa da neblina.

Na Rodovia dos Tamoios, que liga o Vale do Paraíba ao litoral norte, o motorista tem de ficar atento com as obras de duplicação entre Jambeiro e Paraibuna. Os trabalhos foram interrompidos para o feriado, mas as máquinas foram deixadas em alguns trechos da pista. Além disso, as intervenções espalharam terra na via e, com a chuva esperada para os próximos dias, ela pode se transformar em barro e deixar a pista escorregadia.

A chegada de uma frente fria, com ventos fortes e correntezas, pode interromper o sistema de travessia por balsas entre São Sebastião e Ilhabela em determinados horários nos próximos dias. Foi o que aconteceu no começo da tarde de ontem. A paralisação provocou filas de espera nos dois sentidos, mas o serviço foi retomado às 15h40. O boletim meteorológico do Yacht Club de Ilhabela prevê ondas de 2,5 a 3 metros no fim de semana.

Para o interior, é esperado 1,3 milhão de veículos circulando pelas Rodovias Anhanguera, Bandeirantes, D. Pedro I e Campinas-Mogi de hoje a domingo. A orientação do coordenador de tráfego da Autoban, João Moacir da Silva, é evitar pegar as estradas do sentido interior das 16h e 20h de hoje e das 8h às 13h de amanhã.

Na Régis Bittencourt, estão previstos congestionamentos nos pontos em obras que têm desvios ou fluxo em meia pista. Na Serra do Cafezal, entre Juquitiba e Miracatu, a Polícia Rodoviária Federal vai colocar em prática amanhã, das 10h às 14h, a Operação Descida. Uma faixa da pista no sentido São Paulo será revertida para Curitiba para desafogar o trânsito.

Guinchos. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) estima que 2,1 milhões de veículos vão deixar a cidade de São Paulo. Por isso, a companhia vai colocar guinchos em pontos estratégicos nos principais corredores de tráfego da cidade e nas proximidades das rodovias para acelerar remoções de carros quebrados. / JOSÉ MARIA TOMAZELA, RICARDO BRANDT E REGINALDO PUPO, ESPECIAL PARA O ESTADO

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.