Tiago Queiroz/Estadão
Tiago Queiroz/Estadão

Feriado com 32,3°C faz paulistano unir lazer e protesto

População lotou parques e piscinas da cidade; grupo organizou ato contra a construção de prédio na Pompeia

Igor Moraes, especial para o Estado

15 Novembro 2017 | 21h52

SÃO PAULO - O feriado da Proclamação da República no meio da semana, sem chuva e com temperatura máxima de 32,3ºC, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), foi um convite ao paulistano para lotar parques e piscinas. E houve até quem juntasse diversão com protesto.

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Na zona sul da capital e no centro, os locais de maior movimento foram a Avenida Paulista e o Parque do Ibirapuera, até pelas opções reduzidas. A cidade tem 13 parques municipais fechados, incluindo Horto, Cantareira e Ecológico do Tietê, por causa do risco de febre amarela. Apesar da liberação da ciclovia de lazer no centro pelo feriado nacional, o movimento era pequeno no início da tarde.

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Na zona oeste, o Sesc Pompeia e o Parque Villa-Lobos lotaram. “Estou acostumada com a tranquilidade aqui na semana, mas relevei, pois estão todos tentando se divertir e relaxar “, disse a psicóloga Alessandra Tonello, de 40 anos, frequentadora assídua do Villa-Lobos.

A Pompeia ainda uniu manifestações e lazer, em um ato contra a construção de um prédio em um terreno próximo da Praça Homero Silva, a Praça da Nascente. O grupo bombeou a água da nascente de um terreno vizinho do local para uma caixa d’água e, em seguida, encheu três piscinas de plástico. A alegação é de que o rebaixamento do lençol freático afetaria três nascentes na área.

 

Estradas

O dia foi de movimento tranquilo nas principais estradas que chegam à capital. Mas houve quem aproveitasse para um “bate-volta” no litoral. A subida da serra pela Rodovia dos Imigrantes apresentou tráfego lento rumo à capital, por causa do excesso de veículos, a partir das 18 horas.

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