Fechamento de estação superlota a Barra Funda

No começo da noite, pessoas disputavam um lugar mais perto das portas do metrô

PAULA FELIX, O Estado de S.Paulo

23 Dezembro 2015 | 05h50

O fechamento de plataformas na Luz das Linhas 7 e 11 da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) deixou superlotadas, no horário de pico, as plataformas da Estação Barra Funda, na zona oeste da capital. Por volta das 18h30, pessoas disputavam um lugar mais perto das portas do metrô. Outras preferiam aguardar a diminuição do movimento em bancos ou sentadas no chão.

Com o incêndio, a técnica de farmácia Aline Moreira, de 24 anos, que mora em Perus, na zona oeste de São Paulo, passou a levar três horas para chegar ao trabalho, nas imediações da Estação Vergueiro do Metrô, trajeto que fazia em uma hora. “Tive de sair de casa às 18 horas. Contando com o tempo de espera nas plataformas e as baldeações, estou demorando três horas para chegar ao trabalho.”

Havia queixas de quem fazia trechos menos longos. “Está mais complicado para voltar para casa. Eu costumo ir para Itaquera pegando o trem na Luz, porque faço o percurso em 25 minutos. De metrô, dá 40”, diz a tecnóloga em sistemas elétricos Camila França, de 27 anos.

No Brás, o embarque ocorria sem filas às 18 horas. A dificuldade era como chegar em casa. “Ficou horrível. Trabalho na Paulista e ia para a Luz, pela Linha Amarela, para pegar o trem. Agora, tenho de ir à República, que está lotada, para entrar na Linha Vermelha e pegar o trem no Brás”, disse Vanessa Boscolo, de 28 anos.

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