Fechamento de Congonhas é uma atitude 'radical', diz presidente da Infraero

O  brigadeiro José Carlos Pereira, presidente da Infraero, chamou de "radical" a possibilidade de fechamento do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, por conta do acidente ocorrido com o vôo 3054 da TAM na última terça-feira, em entrevista coletiva realizada nesta quinta-feira, 19. "Não se pode ser radical, não se pode ser fundamentalista nessas horas. Vamos chegar a um meio termo". O Ministério Público Federal  (MPF) requereu, liminarmente, a suspensão imediata de todas as atividades em Congonhas, exigindo a interrupção dos pousos e decolagens  nas pistas principal e auxiliar até a conclusão das investigações do acidente. O pedido foi protocolado na quarta-feira na Justiça Federal de Sã Paulo.         

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