Fashion Rio: da passarela para o balcão de negócios

Aberta no sábado, a Rio-À-Porter, feira de negócios paralela ao Fashion Rio, é um sucesso tão grande quanto a semana de moda, que termina hoje. A feira cresceu bastante - o número de expositores é de 250, quando na última edição, em janeiro, eles somaram 169. A expectativa é de render R$ 800 milhões.

Roberta Pennafort / RIO, O Estado de S.Paulo

01 de junho de 2010 | 00h00

Um estande de 12 metros quadrados sai por volta de R$ 5 mil. Mas vale a pena, garantem os estilistas. Não só pelas vendas, mas pelos contatos feitos (com lojistas, jornalistas, produtores de moda), em especial para quem ainda não conta com pontos de venda. "Os compradores ficam esperando o desfile acontecer e depois vêm ao estande", diz Alessandra Migani, da grife Alessa,

Passarela. Ontem, a primeira grife a desfilar foi Giulia Borges, que trouxe as modelos com bastante pele à mostra: as peças são vazadas, não só com a barriga e as pernas de fora, mas também partes do quadril, das costas... Tudo com muita cor, e feito para as jovens, como é a estilista capixaba. Em seguida, desfilou a mineira Patachou, que ficou no preto e branco (com algumas poucas exceções) em seus vestidos de festa. A British Colony e seu "tropical basics e modern beach culture" também apostou no monocromatismo, e ousou com peças como o colete-fraque.

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