Famílias vão receber jovens falando de chinês a tanzanês

Os organizadores da JMJ surpreendem-se com a possibilidade de recrutar anfitriões dispostos a hospedar romenos, ucranianos, filipinos e chineses que já confirmaram as inscrições. Vinte jovens de Hong Kong poderão ficar em casas de compatriotas da Paróquia dos Chineses na Vila Olímpia e contar com apoio do Colégio São Bento, no centro, que tem curso de mandarim para filhos de imigrantes.

O Estado de S.Paulo

26 Maio 2013 | 02h06

"Cinco famílias católicas de São Paulo falam kiswahili, idioma da Tanzânia comum a vários países do continente africano, de onde virão delegações de Uganda, Nigéria, Congo, Senegal, Angola e Moçambique, para citar apenas aqueles já confirmados", revela Kamila Gomes. Uma família da zona norte se ofereceu para receber jovens senegaleses que falam o crioulo, dialeto local.

Padre Moisés Roberto Facchini, um catarinense pároco no Jardim São Bento que foi missionário por 11 anos na Tanzânia e fala kiswahili, se apresentou para ajudar na recepção aos africanos. "Poderei auxiliar as famílias hospedeiras, abrigar jovens na paróquia e ouvir confissões em kiswahili", disse o padre.

Já o advogado Nelson Teixeira deixou sua ficha na Paróquia de Nossa Senhora do Carmo, no Jaçanã, para receber três peregrinos que falem espanhol ou inglês. "Os intérpretes serão Marcos Vinícius, meu filho, Michel Wakim, namorado de Maíra, minha filha, e nosso amigo Valnei Souza, que entende quíchua, língua indígena da Bolívia e de países vizinhos", informou Nelson. /J.M.M.

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