Falta sinalização adequada

MUDANÇAS NA RUA HENRIQUE MARTINS

O Estado de S.Paulo

22 de fevereiro de 2013 | 02h05

Estou preocupado com as alterações feitas pela CET na Rua Henrique Martins, próxima ao Parque do Ibirapuera. Moro perto e passo por ela para ir ao parque a pé ou de bicicleta. A rua se tornou uma pista perigosa para os carros, pois foram colocados canteiros altos e há diversas curvas sem sinalização adequada. Ficou perigosa também para os ciclistas que a utilizam para chegar ao parque ou à ciclovia, pois precisam disputar espaço limitado com os carros para não atrapalhar os pedestres nas calçadas. Parece que o projeto não foi pensado ou executado adequadamente para o local e para o fim esperado e deveria ser revisto urgentemente pelas autoridades, antes que ocorram graves acidentes.

FLAVIO M. CESAR / SÃO PAULO

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informa que as intervenções realizadas na Rua Henrique Martins e nas demais vias do seu entorno fazem parte de um projeto de moderação de tráfego, regulamentado pela Portaria 043/2009. Após estudar as solicitações dos moradores, a CET autorizou a elaboração de projetos para aumentar a segurança viária, principalmente dos pedestres. Cabe ressaltar que, de acordo com o art. 9º da Portaria 043/2009, as despesas com a implantação das medidas devem ser arcadas pelo próprio requerente. A publicação da autorização foi feita no Diário Oficial em 9/9/2010.

O leitor comenta: A resposta da CET é uma resposta-padrão A questão não é se houve autorização ou quem idealizou o projeto, mas quem são os responsáveis para reavaliá-lo, ante as seguidas reclamações publicadas neste espaço. Espero que as autoridades e a associação de moradores tomem as devidas providências para melhorar a sinalização e as condições da rua.

REFÉM DA ELEKTRO

Queima de aparelhos

Estou indignado com a Elektro, pois, no dia 23/12, por volta das 16h15, em virtude de forte chuva, com trovões e raios, sem faltar energia, houve um forte estrondo e, em seguida, minha TV 40'', com apenas 1 ano de uso, queimou as entradas dos aparelhos HDMI e home theater. Outra TV queimou a placa receptora do controle remoto e as caixas de som 2.0 multimídia. No momento, pensei se tratar da antena da SKY. Após entrar em contato, a empresa substituiu o aparelho HD, o receptor do 2.º ponto e os controles remotos, sem nenhum ônus. Só fiquei prejudicado com os aparelhos queimados. No dia 26/12 fui à Elektro, registrei a ocorrência e fui informado de que um técnico compareceria em minha residência até o dia 7/1. Mas não apareceu ninguém, só recebi uma correspondência da empresa informando que meu pedido de ressarcimento foi indeferido pois não havia registro algum de oscilação da rede elétrica na região. Não tenho culpa se meus vizinhos que também tiveram seus aparelhos queimados, como TV, portões elétricos, computadores, não quiseram registrar ocorrência.

HUMBERTO LUIZ HABERMANN

/ LEME

A Elektro não respondeu.

O leitor explica: A Elektro só reafirmou que o pedido foi indeferido. Houve negligência da empresa, que deveria ter enviado um técnico para verificar os fatos. Pena que sou refém dessa concessionária de energia.

GOL SE EXIME

Alteração de voo sem aviso

No dia 16/1, meu voo foi remarcado pela Gol das 11 para as 23 horas, sem aviso. Cheguei ao aeroporto de manhã e não havia ninguém da Gol nem para dar uma satisfação. Fiquei 14 horas vagando por Miami sem hotel, sem alimentação, com duas crianças e sem assistência da companhia. Estou tentando reaver o que gastei, obter uma satisfação ou compensação, mas a Gol ignora meus contatos. Reclamei na Anac e de nada adiantou. A quem mais posso recorrer? A Gol diz que era de responsabilidade da agência (Decolar) me avisar.

MARIA VALÉRIA BARBÁRA

ENGELSTEIN / SÃO PAULO

A Gol informa que entrou em contato com a cliente e esclareceu que a notificação sobre a alteração do horário do voo foi encaminhada por e-mail informativo e ligação automática (URA de atendimento) diretamente à agência de viagens contratada pela cliente, sendo responsabilidade da agência avisar os passageiros. A companhia lamenta o desconforto e informa que fará o ressarcimento das notas fiscais apresentadas referentes à alimentação.

A leitora responde: A Gol respondeu que vai ressarcir as despesas, mas não é isso que o SAC diz. O essencial, que era explicar por que não havia ninguém no aeroporto para prestar assistência, não foi esclarecido. Vou acionar a Gol judicialmente, pois ela é responsável, sim, pelo aviso de cancelamento. Fica meu alerta: escolham outra companhia aérea!

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