Falta de segurança na via

CORREDOR AYRTON SENNA/CARVALHO PINTO

O Estado de S.Paulo

31 Janeiro 2013 | 02h03

Indo e vindo do Aeroporto de Guarulhos, continuo a constatar que o principal aeroporto da cidade mais importante do País ainda tem sua ligação rodoviária, à noite, totalmente às escuras - principalmente no trecho da via de retorno à capital (Rodovia Ayrton Senna), com extenso matagal ao longo da margem do Tietê. Esse trecho não oferece nenhuma proteção ao usuário caso precise parar no acostamento. Além disso, a sinalização entre o aeroporto e a rodovia é precária, com placas colocadas quase no ponto de derivação, com letras pequenas e sem nenhuma indicação no próprio leito da via. A quem devo recorrer?

TOMÁS ARRUDA / SÃO PAULO

A Ecopistas informa que, como rodovias são vias expressas de alta velocidade, a iluminação das estradas é feita exclusivamente pelos faróis dos carros. No trecho entre os quilômetros 11 e 19 há uma área de preservação ambiental onde fica o Parque Ecológico do Tietê, o que impede a concessionária de mexer na vegetação. Ainda assim, faz roçadas periódicas na área delimitada à empresa. Sobre a segurança, toda fiscalização e policiamento do corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto são feitos pela Polícia Militar Rodoviária (PMR). Mas carros da Ecopistas realizam inspeção diária das vias e há câmeras de monitoramento. Por fim, toda a sinalização vertical da rodovia foi desenvolvida para atender ao Código de Trânsito Brasileiro.

O leitor comenta: Não se vê, ao longo do referido trecho, nenhum sinal dos efetivos da PMR ou da concessionária, sobretudo à noite. E a sinalização no trecho de retorno à capital, entre o aeroporto e a Rodovia Ayrton Senna, está mal instalada.

FEIRA EM GUARULHOS

Estacionamento irregular

Todos os domingos há uma feira na Rua Anice, em Guarulhos, ao lado da rua onde moro. Acontece que vários frequentadores da feira estacionam seus carros em guias rebaixadas e, não raro, na calçada de várias casas da região. Inúmeras vezes já chamamos a fiscalização de trânsito, mas dificilmente alguém aparece. A alegação é sempre a mesma: há poucos funcionários para fazer o trabalho! Uma única vez, veio um agente de fiscalização, que, acuado por flanelinhas, nem sequer autuou o carro que estava parado na calçada de casa.

CARLA QUINTANILHA

/ GUARULHOS

A Prefeitura de Guarulhos não

respondeu.

A leitora relata: O problema persiste. Continuamos, todos os domingos, com pessoas que vão à feira deixando seus carros na guia rebaixada de todas as casas da rua. E não há fiscalização de agentes de trânsito.

CIDADE DUTRA

Falta de luz continua

Na noite de 14/1 novamente ficamos sem luz por aproximadamente 4 horas. A AES Eletropaulo deveria entender que não se trata de um serviço gratuito. Pagamos caro por ele e, entretanto, a qualidade é baixíssima. Qualquer chuva desliga a energia de vários quarteirões e ficamos no escuro. O mais estranho é que se trata sempre de uma área delimitada, em torno do Condomínio Green Village, na Cidade Dutra. Pelo histórico de reclamações, comprova-se que falta competência e responsabilidade à AES Eletropaulo.ADEMIR VALEZI / SÃO PAULO

A AES Eletropaulo informa que o motivo das últimas interrupções foi a queda de galhos de árvore de grande porte sobre a rede elétrica. Diz que está elaborando um plano de manutenção para a região, que contempla mais de 400 podas em árvores até junho.

O leitor reclama: Resposta-padrão. O mais provável é que falte manutenção nos velhos equipamentos que já deveriam ter sido substituídos.

AZUL LINHAS AÉREAS

Reembolso não foi feito

Em 28/12 comprei duas passagens na Azul para viajar em 6/1. Tive de cancelar a viagem e, em 31/12, fui à loja da companhia pedir o reembolso. No entanto, fui surpreendido com a informação de que o valor pago teria um desconto de 40%, além de taxas, e o reembolso ocorreria em 30 dias úteis, apenas em conta corrente! Indignado, fui transferido para o SAC da companhia. Deram-me um endereço de e-mail, mas todas as mensagens voltam. Resumo: ficaram com meu dinheiro, não prestaram o serviço e estão inacessíveis.

DENIS VEIGA JUNIOR / SÃO PAULO

A Azul diz que entrou em contato com o leitor e o caso foi resolvido.

O leitor desmente: Até hoje não fui reembolsado.

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