Falta de segurança em obra

REFORMA EM PRÉDIO

O Estado de S.Paulo

24 de maio de 2012 | 03h04

As obras de um edifício na Avenida Brigadeiro Luís Antônio (n.º 3.235) visivelmente não estão em consonância com as regras básicas de segurança. Os horários de serviço não são respeitados e não há nenhuma proteção de segurança. Na calçada não há informação de que ali está sendo executada uma grande reforma. Transeuntes e moradores de prédios vizinhos estão expostos a riscos. No prédio onde resido, ouvi vozes no heliponto do edifício mencionado e, ao olhar para cima, fui atingida no rosto e no pé por faíscas de solda.

SÔNIA LOPES DE ASSIS / SÃO PAULO

A Subprefeitura Vila Mariana informa que a obra foi autorizada com o objetivo de preservar a estabilidade do edifício. Diz que a parte externa da obra foi realizada em pouco tempo e que, neste período, não recebeu denúncias ou reclamações. No momento, são feitos serviços internos que não apresentam risco aos transeuntes.

O Grupo Pão de Açúcar diz que está executando a obra conforme as normas de segurança exigidas pela legislação e que contratou empresa e engenheiros especializados. Os horários estão sendo respeitados e reforça que há proteções no local para evitar incidentes.

A leitora relata: O engenheiro responsável da obra entrou em contato comigo e deixou o número de seu celular, caso o barulho fora de horário estivesse incomodando demais, e comentou que já havia recebido inúmeras reclamações. Só agora que a obra está no final, foi colocada uma placa com o número de um protocolo, o que, a meu ver, não parece ser um alvará.

TELEFÔNICA/VIVO

19 dias sem telefone

Resido em Mairinque (SP), a 67 quilômetros de São Paulo, e, apesar da proximidade com a maior cidade do País, não consigo um simples serviço da Telefônica/Vivo. Desde 25 de abril meu telefone está mudo e a empresa Ability, que presta serviço na cidade para essa malfadada empresa, não atende a meu pedido de reparo de linha. Pago a conta de telefone, mas não posso utilizá-lo porque não há respeito ao cliente.

RICARDO DA SILVA CORTEZ

/ MAIRINQUE

A Telefônica/Vivo informa que, após ajustes técnicos, a linha fixa do leitor está funcionando. Esclarece que o cliente será ressarcido do valor correspondente à fração da tarifa de assinatura, proporcionalmente ao período em que o serviço apresentou problema.

O leitor reclama: Após 19 dias sem telefone, um técnico da Ability veio e constatou que o fio de entrada (na rua) estava danificado. Apenas com a ajuda da Coluna é que consegui ser tratado dignamente.

EMBRATEL/CLARO

Linha com problema

Tenho uma linha da Embratel que, desde o fim de 2011, começou a apresentar problemas. Cheguei a trocar de aparelho, mas não adiantou. Hoje nas mãos da Claro, o serviço parece ter piorado - tenho colecionado protocolos! A empresa apenas promete soluções num prazo de 48 horas, mas nunca cumpre. Fazer a linha funcionar está difícil!

OSVALDO ZEN / SÃO PAULO

A Claro Fixo informa que, por causa da indisponibilidade do cliente, a instalação não foi realizada. Em contato com o leitor, foi agendada nova visita técnica.

O leitor critica: A Embratel combinou de enviar um técnico até nosso endereço, que é comercial e tem expediente de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas. Ninguém apareceu. E eles ainda afirmam que o cliente estava indisponível?

MORUMBI

Região abandonada

Assisto à deterioração da região do Morumbi. Na Avenida Giovanni Gronchi o estado do asfalto, das calçadas e a sujeira são deploráveis. As condições dos pontos de ônibus são sub-humanas. Com um congestionamento insuportável, a via tem sido palco de arrastões e assaltos. Sem falar da calamidade pública que representa o "subidão" do Morumbi. Sem calçadas para os pedestres da Paraisópolis, a rua está cedendo, barranco abaixo. A catastrófica gestão municipal dos últimos 8 anos liberou o boom imobiliário na região sem prever investimentos no alargamento da avenida e em novas opções viárias.

ARI GIORGI / SÃO PAULO

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