Falta de segurança em escola

MURO CAIU HÁ 1 ANO

O Estado de S.Paulo

07 de novembro de 2012 | 02h05

Moro na região do Capão Redondo e, por causa das fortes chuvas no início do ano, o muro que protege a Escola Estadual Professor Francisco Antônio Martins Júnior, no Jardim São Bento Novo, caiu. O problema é que a obra de reconstrução do muro só foi parcialmente concluída - ainda há cerca de 15 metros para serem finalizados - e os pais estão preocupados com a falta de segurança da escola. Foram instalados tapumes provisórios no local para evitar a circulação de pessoas indesejadas, mas esses tapumes foram danificados, arrancados e depredados. O que estão esperando para terminar esta obra?

MARCELO SABOIA / SÃO PAULO

A Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) informa que a Escola Estadual Professor Francisco Antônio Martins Júnior já foi inspecionada para a elaboração de um projeto para a construção de um muro de arrimo. O projeto está em fase de orçamento para que, na sequência, sejam feitas a licitação e a contratação da empresa que executará os serviços. Os tapumes que estão no local serão substituídos. Diz que, no início do ano, foi realizada uma obra emergencial na escola que incluiu a recomposição parcial do muro, reformas nas calçadas e canalização de águas pluviais. Salienta que a rede estadual de ensino conta com agentes que monitoram os alunos nos intervalos e horários de entrada e saída das aulas e que, para coibir o acesso indevido à escola, solicitará à Polícia Militar a intensificação da Ronda Escolar.

O leitor comenta: O problema se arrasta desde novembro de 2011! Basta a Ronda Escolar deixar o local para acontecerem irregularidades. Seria muito mais fácil concluir o muro.

PERIGO EM PERDIZES

Cruzamento 'cego'

Passo diariamente no cruzamento das Ruas Vanderlei e Traipu, em Perdizes. Trata-se de uma verdadeira roleta-russa, pois tanto do lado esquerdo quanto do direito de quem está na Vanderlei não é possível ver os carros que chegam, muitas vezes em alta velocidade. É necessário ser um usuário assíduo para saber como enfrentar o cruzamento e, mesmo assim, as freadas bruscas acontecem. Gostaria que a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) tomasse as devidas providências. Acho muito estranho que até agora não tenham constatado o problema.

SYLVAIN HARARI / SÃO PAULO

Após vistoria no cruzamento da Rua Vanderlei com a Rua Traipu, a Companhia de Engenharia de Tráfego informa que elaborou

projeto que prevê a instalação

de linhas duplas amarelas com tachões, faixas de travessia de pedestres, legendas e sinalização vertical adequada na interseção, reforçando a visibilidade do cruzamento e ordenado os fluxos veiculares. Esse projeto deverá otimizar as condições de segurança e fluidez do local e será executado de acordo com o cronograma

de Serviços de Sinalização da companhia.

O leitor informa: Os tachões já estavam lá. E mesmo que não estivessem e tivessem sido colocados, não vejo como isso solucionaria o problema. Continuo passando diariamente pelo local e não é possível saber se há carros vindo pela esquerda ou pela direita ao sair da Rua Vanderlei para entrar na Rua José de Freitas Guimarães.

SÃO MATEUS

Barulho em bar continua

Como já relatei à Coluna em setembro, estou indignada com o serviço do Programa de Silêncio Urbano (Psiu), da Prefeitura. Já fiz inúmeras reclamações de um bar (Bar do Alemão) localizado no Jardim Vera Cruz, em São Mateus, em vão. O estabelecimento, que fica na Avenida Sargento Iracitan Coimbra, promove, todos os domingos, shows de música ao vivo e o som alto costuma se estender até a madrugada de segunda-feira. Desde maio venho registrando queixas (e acumulando protocolos) pelo site do Psiu, mas o problema persiste. Ou o estabelecimento toma providências - faz o isolamento acústico do local, por exemplo - ou acaba com a música mais cedo.

PAULA DA SILVA GONZALEZ

/ SÃO PAULO

A Subprefeitura São Mateus

informa que, após vistoria no

local citado, foi emitido Auto de Intimação nos termos do Decreto 48.832/2007 por falta de Licença de Funcionamento, com prazo de 30 dias para o encerramento da atividade, a contar a partir do dia 1º de outubro.

A leitora relata: Passado esse prazo de 30 dias dado pela Subprefeitura São Mateus, informo que o barulho continua e o problema persiste. Pelo jeito, não respeitaram nem o ultimato do Psiu. A quem recorrer?

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