Falta de luz virou rotina

VILA MARIANA

O Estado de S.Paulo

05 Outubro 2012 | 03h04

Mal começou a temporada de chuva e já estamos tendo problemas com a Eletropaulo. Pelo nosso controle de falta de luz e de falhas de energia na rua onde moramos, na Vila Mariana, desde novembro de 2011 foram registradas quase 70 ocorrências. As árvores em frente aos números 57 e 61 continuam crescendo e batendo nos fios de energia. No número 88, onde está instalada uma empresa que consome muita energia, o transformador (no meio das árvores) não foi redimensionado. Em agosto chamamos a Eletropaulo para fazer uma verificação, mas a equipe não veio na data agendada. Reclamamos e recebemos uma carta confirmando que o pedido não havia sido atendido, mas não se dignaram a marcar outra visita. Tivemos de contratar um eletricista particular para avaliar a fiação elétrica, mas resta à Eletropaulo fazer a sua parte. Não queremos ficar sem luz cada vez que um pingo de água cai em São Paulo.

MARIA ADELAIDE VIANA PALMA PEREIRA SOARES / SÃO PAULO

A AES Eletropaulo esclarece que a região mencionada é caracterizada por densa arborização e, por isso, a queda de galhos de árvores é a principal causa dos desligamentos de energia. Para melhorar a qualidade do fornecimento, está realizando podas preventivas no local.

A leitora lamenta: Quanto à poda de árvores, no caso da rua de casa, sem saída, com apenas 31 casas, tenho minhas dúvidas de que seja contemplada. É uma rua esquecida pela fiscalização, pela Prefeitura, pelas concessionárias... A frequência com que moradores contratam gerador para suprir a falta de energia é fácil de ser verificada. Infelizmente, creio que o problema, que é constante, não será resolvido tão cedo.

BAR EM SÃO MATEUS

Barulho aos domingos

Estou indignada com o serviço do Programa de Silêncio Urbano (Psiu). Fiz inúmeras reclamações de um bar (Bar do Alemão) localizado no Jardim Vera Cruz, em São Mateus, sem sucesso. O estabelecimento, que fica na Avenida Sargento Iracitan Coimbra, tem, aos domingos, música ao vivo e o som alto vai até a madrugada de segunda-feira. Desde maio venho abrindo protocolos pelo site do Psiu, em vão. O estabelecimento tem de tomar providências de isolamento acústico ou acabar com a música mais cedo.

PAULA GONZALEZ / SÃO PAULO

A Subprefeitura São Mateus informa que, após vistoria no local, foi emitido Auto de Intimação por falta de Licença de Funcionamento, com prazo de 30 dias para o encerramento da atividade.

A leitora questiona: Até esse prazo de 30 dias terminar, o samba e o barulho vão continuar? No último domingo o som alto foi até a meia-noite.

VILA SANTA CATARINA

Falta de sinalização

Há mais de cinco anos peço à CET e à Prefeitura a instalação de um redutor de velocidade na Rua Emílio de Sousa Docca, entre as Ruas Otávio Teixeira Mendes Sobrinho e Tenente Coronel Antonio Braga. A CET se limita a fornecer números de protocolos - a única resposta é esse descaso e indiferença vergonhosos em relação ao caso. Segundo um funcionário da CET, a companhia só tomará alguma iniciativa quando acontecer um acidente no local - carros e caminhões trafegando a mais de 80 km/h é fato corriqueiro na via indicada.

RALF NUNES / SÃO PAULO

A CET informa que instalou, em 2011, projetos de sinalização na R. Emílio de Sousa Docca (três lombadas) e, em 2012, executou um projeto de sinalização de área escolar para um colégio localizado nessa rua. Diz que fará novas vistorias no local a fim de verificar a necessidade de complementação da sinalização existente.

O leitor reclama: Resposta falsa. Nada foi feito no local.

EDP BANDEIRANTE

Cobrança indevida

Embora meu consumo mensal de energia varie de 426 a 495 kw/h, na conta dos meses de junho e julho meu consumo registrado pela EDP Bandeirante foi de 54.000 kw/h, o que corresponde a R$ 22.400. Será que nos encaminharam a conta do bairro todo? O curioso é que o valor dos dois meses foi exatamente igual. Isso comprova que estão agindo de má-fé e atribuindo a mim um consumo absurdo e irreal.

LAERTES ROQUE / TAUBATÉ

A EDP Bandeirante informa que está em contato com a cliente para solucionar o caso.

O leitor contesta: Desde julho o problema permanece sem solução.

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