Falta de assistência à idosa

SERVIÇO DA GOL NÃO É CONFIÁVEL

O Estado de S.Paulo

29 Janeiro 2013 | 02h02

Em 10/1, somente após três horas e meia do pouso do avião, em Congonhas, consegui encontrar minha mãe, uma idosa de 87 anos e com deficiência visual que estava usando o serviço prioritário oferecido pela GOL. Após 35 minutos do pouso, ao indagar o funcionário da Infraero se o desembarque de Porto Alegre havia terminado, ele falou: "O atraso está dentro do previsto, aguarde". Após uma hora e meia de atraso, o funcionário da GOL confirmou que tinha ocorrido um atraso no avião, embora o painel marcasse o pouso no horário previsto. A funcionária da GOL responsável pelo acompanhamento no desembarque, ao não encontrar o responsável, não levou minha mãe para a sala reservada, no check-out. Essa mesma funcionária retirou minha mãe do terminal de desembarque e a colocou sentada em um local sem visibilidade para quem está aguardando no desembarque. Minha mãe foi encontrada pelo meu marido, que a procurou em todos os bancos próximos ao terminal de desembarque. Ela estava na rampa de saída, de acesso aos táxis, exposta a riscos!

CLAUDETE SERRANO ASTOLFI FERREIRA / SÃO PAULO

A GOL não respondeu.

A leitora relata: Não se pode confiar na segurança deste serviço da GOL. Talvez tenha sido um caso pontual, mas se ocorreu uma vez pode ocorrer mais vezes. Não acredito que a GOL vá mudar seu procedimento, embora saiba que deveria. O funcionário não sabia onde estava minha mãe e só depois de mais de três horas conseguiu localizar a pessoa que a tinha desembarcado.

'INDÚSTRIA' DA MULTA

Notificações semelhantes

Recebi três notificações no mesmo local e em dias quase que consecutivos: 26, 28 e 29/11. O local da suposta infração fica embaixo da Ponte Cidade Jardim. Mais curioso é que os horários são muito próximos e, pasmem, as três notificações indicam a mesma velocidade (78 km/h). O que mais me intriga é que, além de eu estar com o pé bem calibrado para passar no mesmo local, na mesma velocidade, 78 km/h é o limite mínimo para a multa - se eu tivesse passado a 77 km/h, haveria o desconto dos 8% e eu não seria autuado. O mais difícil é acreditar que, neste trecho, eu tenha conseguido andar a mais de 60 km/h, já que era durante a semana e estava na Marginal do Pinheiros em horários de pico (fui autuado às 18h20, às 18h42 e às 19h10).

ARTUR MATIAS COSTA JUNIOR

/ SÃO PAULO

A Secretaria Municipal de Transportes não respondeu.

O leitor informa: Não tive resposta da secretaria.

REMÉDIO IMPORTADO

Três meses de espera

Tive um melanoma e tomo regularmente injeções de um medicamento. Como a empresa Weleda não distribui mais o produto no Brasil, comprei o remédio de uma empresa na Alemanha. Fiz a compra e, em 12/11, o produto foi enviado com prazo de entrega de 30 dias. Decorridos mais de 45 dias, o produto ainda não tinha chegado. Após passar pela alfândega, ele foi enviado à Anvisa no Paraná. Por que ao Paraná, se moro em Minas Gerais?

ANTONIO PAULO KLAPKA

/ JUIZ DE FORA

A Anvisa não respondeu.

O leitor reclama: Pelo rastreamento, a Anvisa liberou o remédio, mas agora ele vai para a Receita Federal! Há três meses não tomo o remédio de que necessito.

SAÚDE PÚBLICA

Infestação de pernilongos

Desde o início de dezembro do ano passado a zona oeste da cidade de São Paulo está infestada de pernilongos. A presença de Aedes aegypti é facilmente perceptível dentre os insetos. Sempre que a Prefeitura negligencia o controle dessa praga ao longo do Rio do Pinheiros, sua proliferação se dá com rapidez e a brisa típica que sopra na direção sul/norte se encarrega de espalhar os insetos por essa parte da cidade. É fenômeno recorrente nas trocas da administração pública. Reclamações nos órgãos responsáveis do Município não são atendidas. Estamos engatilhados para um sério surto de dengue!

JOSÉ CARLOS NUNES SIQUEIRA

/ SÃO PAULO

A Secretaria Municipal da Saúde não respondeu.

O leitor comenta: Infelizmente, continuamos com a omissão e a incompetência das autoridades. O gatilho da dengue ainda é real e preocupante.

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