Falhas na rede elétrica

AES ELETROPAULO - QUEIMA DE APARELHOS

O Estado de S.Paulo

20 Março 2013 | 02h02

Desde 2010, minha família e eu, moradores da Rua Brito Peixoto, na Vila Cordeiro, temos vivido muitos transtornos com a falta de energia elétrica na época das chuvas. E ainda tivemos vários eletrodomésticos queimados com o retorno do serviço. Em março de 2010 fui a uma agência da AES Eletropaulo fazer um pedido de indenização, mas a resposta foi de que não havia registro de ocorrência na rede que justificasse o dano. Mentira, pois os próprios técnicos da concessionária informaram da falta de estrutura das instalações. De lá para cá não melhorou nada, ou seja, não houve troca de postes, cabos nem da fiação. A Eletropaulo não se responsabiliza pela qualidade do serviço? Em 2012 tive prejuízos; neste ano, mais ainda. Devo recorrer a quem? Reclamei na Aneel e não tive resposta.

MARIA HELENA ROMANO / SÃO PAULO

A AES Eletropaulo informa que indeferiu os Pedidos de Indenização por Danos Elétricos (PID) de fevereiro e março de 2010, após verificar que os níveis de tensão estavam dentro dos padrões estabelecidos pela Aneel. Quanto às ocorrências de dezembro de 2012 e fevereiro de 2013, a AES Eletropaulo informa que não encontrou nenhuma reclamação da cliente no call center da concessionária.

A leitora diz: A Eletropaulo não encontrou nenhuma reclamação minha porque eu não consegui fazê-la. Se os níveis de tensão estão dentro dos padrões, como explicar tantos aparelhos queimados? No dia 13/2, após a queima dos aparelhos elétricos e a oscilação de luz, ninguém conseguiu ligar para o 0800 da Eletropaulo (só dava ocupado!). No dia seguinte, ficamos das 18h20 até as 00h20 sem energia. Mas sempre há uma resposta-padrão da empresa, eximindo-se da responsabilidade.

TELEFÔNICA/VIVO

Teste de paciência

No final de janeiro, meu marido pediu a portabilidade da Vivo para a NET, usando meu telefone fixo. O técnico da NET avisou que eu ficaria uns 7 dias sem telefone. Passadas 3 semanas, continuei sem telefone. Resolvi cancelar minha linha com a NET e pedir a portabilidade para a Telefônica/Vivo. No dia 20/2, liguei para a Vivo e, após passar todos os dados, pediram para retornar após 48 horas para solicitar o protocolo e que, no prazo de 3 dias úteis, seria feita a portabilidade. No dia 24/2, fiquei 50 minutos para ouvir que estava tudo certo e que era só esperar até o dia seguinte. No dia seguinte, a Vivo me ligou para refazer o cadastro e me deu mais 3 dias úteis para a instalação. Lógico que meu telefone continuou mudo! Liguei de novo para a Vivo, no dia 1.º/3, refiz pela 3.ª vez o cadastro e recebi 7 dias úteis de prazo. Ou seja, estou sem telefone há mais de 1 mês!

GIULIANA NAKASHIMA

/ SÃO PAULO

A Telefônica|Vivo informa que o caso da sra. Giuliana está em acompanhamento pela área responsável. A cliente encontra-se ciente das informações.

A leitora questiona: Como em acompanhamento? A última promessa era de que até o dia 11/3 eu estaria com o telefone funcionando, e até agora, nada! É muita falta de vergonha dar essa resposta.

SHOPPING SANTA CRUZ

Escada rolante parada

Há no mínimo 6 meses a saída do Shopping Santa Cruz para o Terminal de Ônibus (Rua Tenente Gomes Ribeiro) está com uma escada rolante quebrada. A circulação de pessoas ali está péssima e essa falta de conserto é um grande desleixo! O shopping concentra a saída para o terminal de ônibus e também para a Estação Santa Cruz do Metrô. Além disso é saída para o Hospital São Paulo, o que faz com que no local tenha grande circulação de doentes, idosos e de pessoas com problemas de mobilidade física. Sem contar o volume de pessoas, que é grande o dia inteiro. Eu estava presente no dia em que essa escada parou de funcionar. Por volta das 7h30, a escada começou a se mover do lado contrário. Foi um desespero total. Todos tentando escapar das garras que se tornaram os degraus, até que a escada travou. Todos conseguiram pular e parece que ninguém se feriu. Desde então os degraus foram trocados e há meses ela se encontra abandonada.

CLAUDIA PIRES MATSUO

/ SÃO PAULO

O Shopping Metrô Santa Cruz informa que comprou outra escada rolante imediatamente após a falha e aguarda a chegada do produto, do exterior. Diz que, próximo à escada há um elevador disponível para locomoção entre os pisos, não sendo essa a única alternativa para os clientes acessarem o shopping/terminal de ônibus.

A leitora responde: Estou ciente da existência do elevador, mas ele não é suficiente para absorver o volume de pessoas. Basta passar por ali nos horários de pico. Há algum prazo para o serviço?

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