FAB cuida de destroços do Airbus da TAM, diz militar

O acesso à área é restrito aos oficiais da Aeronáutica e da Polícia Federal; deputados visitaram o local

ANNE WARTH, Agencia Estado

27 de agosto de 2007 | 17h53

O chefe do 4º Centro Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Ceripa-4), tenente-coronel Wagner Cyrillo Júnior, esclareceu que os destroços do Airbus A320 da TAM, que caiu em Congonhas em 17 de julho, estão sob os cuidados da Aeronáutica e da Polícia Federal, ao contrário do que afirmaram deputados da CPI do Apagão Aéreo, que diziam estar sob os cuidados da empresa. Nesta segunda-feira, 27, os parlamentares visitaram o armazém da TAM, onde estão guardados os restos da aeronave, e o acesso à área é restrito aos oficiais da Aeronáutica e da Polícia Federal.    Galeria de fotos dos destroços No local, ficaram parcialmente preservadas as turbinas do Airbus, inclusive a que estava com o reverso travado, a cauda e o trem de pouso. Embora o armazém seja da TAM, que é também fiel depositária dos destroços, a companhia aérea não tem acesso aos restos do avião.   Também há muitos resíduos do que foram peças e que acabaram derretidas e fundidas com o incêndio provocado pelo acidente. Uma delas é justamente a caixa de manete. De acordo com o tenente-coronel do Ceripa, Domingos Afonso Almeida de Deus, foram encontradas peças que parecem ter sido parte da caixa de manete, porém ainda não há certeza.Os oficiais da Aeronáutica trabalham no inventário das peças encontradas e na análise em laboratório. Todo o material também está sendo registrado em fotografias. O trabalho deve se encerrar na sexta-feira. Em seguida, os oficiais devem confrontar o que foi encontrado no acidente com o que está previsto no manual da Airbus. As investigações não tem prazo para terminar.

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