Expansão de registros de motos também tem queda

A expansão da frota de motos na cidade de São Paulo também desacelerou. Em 2011, o crescimento nos registros do Detran foi de 52,9 mil unidades - uma queda significativa em relação a 2008, quando 104,1 mil motos entraram na frota paulistana.

O Estado de S.Paulo

23 de janeiro de 2012 | 03h05

Dois fatores explicariam a queda, na avaliação do presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti. "Primeiro, a moto, pelo perfil do consumidor, é mais suscetível a alterações de crédito." O outro é que, com a ascensão das classes C e D, muitos consumidores migraram para os carros. "É fenômeno de crescimento de renda."

Os dados da Fenabrave mostram que a venda de motos novas na capital caiu de 90,8 mil em 2008 para 68,1 mil em 2011.

Segundo o Detran, a frota de carros ou motos "corresponde ao número total de veículos registrados até aquele período informado". Além da lacração de veículos novos e da transferência para outros municípios, também deve ser levada em conta registros de baixa permanente, feitos por proprietários de carros que tiveram perda total. / C.V.

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