Exército aperta cerco e líderes são presos na Bahia e no Rio

Escutas mostram lideranças incentivando vandalismo e ampliação do movimento Governo baiano já fala em expulsar à força grevistas da Assembleia Legislativa SP tem 1º protesto a favor da paralisação

O Estado de S.Paulo

09 de fevereiro de 2012 | 03h05

No nono dia da greve da PM na Bahia, aumentou o cerco aos líderes da paralisação. Houve ampliação do efetivo das Forças Armadas e endurecimento do cordão de isolamento - nem água passa. Houve ainda troca do comandante da operação, considerado muito condescendente com os amotinados. Pela primeira vez, líderes do governo do Estado já falam em resolver a situação à força.

Ontem, o terceiro dos 12 coordenadores da greve na Bahia foi detido e seu principal líder, Marco Prisco, foi flagrado em escutas nas quais incitava atos de vandalismos. Os áudios divulgados à noite ainda levaram à prisão, ao desembarcar no Aeroporto do Galeão, do cabo Benevenuto Daciolo, que coordenou a greve dos bombeiros no Rio, em 2011, e foi à Bahia participar das negociações.

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