Ex-cabeleireira perde direito à metade da herança do milionário da Mega-Sena

A 5.ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu ontem, por unanimidade, rejeitar pedido da ex-cabeleireira Adriana Ferreira Almeida para que fosse reconhecida sua suposta união estável com Renê Sena, o milionário da Mega-Sena assassinado em janeiro de 2007 em Rio Bonito (RJ). Com a ação, Adriana pretendia garantir o direito a 50% da herança, avaliada em R$ 100 milhões. Os outros 50% são da filha única do ex-lavrador, Renata Sena.

O Estado de S.Paulo

23 de maio de 2012 | 03h05

Acusada pelo Ministério Público de ter encomendado a morte de Renê, Adriana foi absolvida em 2011 pelo Tribunal do Júri de Rio Bonito. Se tivesse sido condenada, perderia automaticamente o direito à herança e Renata ficaria com tudo.

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