Estudo da CET libera Shopping JK Iguatemi

Técnicos concluíram que a quarta faixa da Marginal do Pinheiros, já concluída, bastará para minimizar o impacto local do centro de compras

LUÍSA ALCALDE, O Estado de S.Paulo

13 de junho de 2012 | 03h04

Parece estar próxima do fim a novela em que se transformou a abertura do Shopping JK Iguatemi, na zona sul da capital, cuja previsão de inauguração era em abril. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), principal autoridade municipal em assuntos de trânsito na cidade, enviou anteontem à Procuradoria-Geral do Município (PGM) o novo estudo de impacto viário no entorno do empreendimento, que endossa a possibilidade de abertura.

O estudo havia sido exigido pelo órgão para analisar se a Prefeitura poderia conceder o Termo de Recebimento e Aceitação Parcial (Trap), documento que permite a abertura do empreendimento sem que todas as obras viárias exigidas por lei estejam concluídas. Técnicos da companhia chegaram à conclusão de que, se apenas o shopping for aberto, a quarta faixa da Marginal do Pinheiros - já concluída - é suficiente para minimizar o impacto que a inauguração do centro de compras vai causar ao trânsito da região. Agora, esse novo estudo será novamente enviado à PGM para novo parecer.

A construtora e dona de metade do JK pediu há dez dias para o Município a redivisão da entrega da obra. Mas o pedido não tratava o shopping de maneira isolada. Pela divisão atual, a segunda etapa da obra englobaria o JK, duas torres de escritório e o antigo prédio da Daslu.

Há 15 dias, a WTorre pediu para que fossem liberados nessa segunda etapa o shopping e duas torres de escritórios, deixando a antiga Daslu (onde haverá uma torre de escritório) para uma terceira etapa. Falta concluir o viaduto que vai ligar a Avenida Juscelino Kubitschek à Avenida Nações Unidas, pista local da Marginal do Pinheiros, sentido Castelo.

Prejuízo. A estimativa da Associação dos Lojistas de shopping é de que as perdas dos 250 lojistas somem, no mínimo, R$ 2 milhões por dia.

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