Estudante de medicina de 22 morre em explosão do Airbus

"Esperar, esperar, esperar". O desabafo é do médico Maurício Pereira, que estava no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, com documentos da filha, a estudante de Medicina, Mariana Pereira, 22 anos, uma das vítimas do Airbus A 320 da TAM.  Ela saiu de Porto Alegre e iria se encontrar com a mãe que a aguardava em Congonhas. Ao tomar conhecimento do acidente e confirmar que o nome da filha estava na lista de passageiros, Maurício, que é diretor médico da Clinica Renascença, em Aracaju (SE), viajou para São Paulo. "Estou aqui com todos vários documentos da Mariana, aguardando para fazer o reconhecimento", disse Maurício, com a voz embargada confirmando que a filha morreu no acidente aéreo. O médico reside em Sergipe há pouco tempo e a Mariana não era sergipana, mas paulista. O corpo será enterrado em São Paulo, quando for liberado pelas autoridades.

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