Fabio Motta/Estadão
Fabio Motta/Estadão

Estrangeiros também festejam: 'lembranças para a vida toda'

Pesquisa encomendada pela prefeitura do Rio mostra que 98% dosturistas recomendariam o destino para amigos

ROBERTA PENNAFORT / RIO, O Estado de S.Paulo

13 Julho 2014 | 02h02

Pela terceira vez no Brasil, o alemão Marcel Krahe, de 26 anos, passou a Copa toda no Rio. Produtor da emissora pública alemã ZDF, ele se concentrou no Centro Internacional de Transmissão Fifa. Para a primeira folga, justamente na semifinal entre Brasil e Alemanha, escolheu a Fan Fest, na Praia de Copacabana. Mesmo antes do massacre, Krahe já estava extasiado.

"Gosto muito do Brasil, do modo de vida, das pessoas, do clima. Sabia que a Copa aqui seria bem organizada. É diferente da Copa da Alemanha, claro, mas foi uma oportunidade, como será a Olimpíada, de o Brasil mostrar que mudou, que é um país com menos pobreza e mais investimentos", disse Krahe, que voltará para Bonn com "lembranças para a vida toda".

A sensação é compartilhada não só por turistas, mas por comerciantes, empregados de hotéis, de bares e restaurantes: o saldo da Copa no Rio é positivo.

Pesquisa encomendada pela prefeitura mostra que 98% dos turistas recomendariam o destino a familiares e amigos. Estima-se que a cidade tenha recebido 500 mil estrangeiros e 450 mil visitantes de outros Estados.

"Nunca mais teremos um mês assim. Foram 30 dias com 100% de ocupação. O réveillon e o carnaval são diferentes, são quatro ou cinco dias. A Copa foi muito boa para o nosso negócio, o bairro, o Rio, pois projetou a imagem do brasileiro como alguém que sabe acolher", comemora a diretora-geral do Copacabana Palace, Andrea Natal.

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