Estilista do vestido real só aprova um look 100%

Brasileira que veste Kate Middleton planeja 8 lojas, começando pelo Shopping Cidade Jardim, na capital

O Estado de S.Paulo

12 Março 2012 | 03h02

Como a organização do evento não exigia um traje especial para o jogo de polo do Príncipe Harry, ontem, no Haras Larissa, em Monte Mor, deu de tudo. Tinha jeans, calça de alfaiataria, paletó, saia curta, vestido longo...E no festival de estilos uma convidada especial, que entende do assunto: Daniella Issa Helayel, a brasileira radicada em Londres que fez o vestido de noiva de Kate Middleton, que casou com o Príncipe Willian, irmão de Harry, em novembro de 2010.

A pedido da reportagem do Estado, Daniella aceitou o desafio de eleger três mulheres que estivessem bem-vestidas para o evento. Ela só achou duas. A primeira foi Nathalie Rumpf, de 29 anos, relações-públicas da Chanel. Ela estava com uma traje bem social, saia lápis e camisa.

A segunda eleita foi a empresária Carola Dinis Gelpi, de 38 anos, que usava um vestido verde e amarelo estampado, da estilista Stella McCartney.

Mesmo assim, esse look não foi inteiramente aprovado. "Ela estava com uma bolsa gigante, que destoava da roupa", explicou Daniella. Então qual é o estilo certo? "Para vir aqui: salto baixo e uma roupa harmoniosa."

Sorte. Desde o casamento de sua cliente mais importante, a estilista entrou em uma fase de expansão dos negócios. "Eu faço as roupas de Kate há mais de cinco anos, mas só com o casamento o mundo me descobriu", diz ela, sorridente. A estilista pretende abrir oito lojas no Brasil. A primeira será no fim do ano, no Shopping Cidade Jardim, na zona sul de São Paulo.

"Tive muita sorte. O anel de Kate era velho. E o vestido que eu fiz era a única peça nova." A estilista também esteve no Rio, juntamente com o príncipe, onde divulgou sua coleção I love Rio, lançada em setembro em Londres. "Tem a cara do Brasil. A roupa é colorida, tem listras, estampas de frutas e até de instrumentos da bateria." / V.F.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.