'Estava tremendo de nervosismo', diz Thor

Thor Batista criou uma conta no microblog Twitter para comentar o acidente - e reuniu 6 mil seguidores em apenas duas horas. Ali, relata o histórico do acidente, destacando que a velocidade do veículo SLR McLaren permaneceu dentro dos limites da lei durante toda a viagem.

O Estado de S.Paulo

20 Março 2012 | 03h00

Segundo ele, a tragédia ocorreu justamente em um ponto em que há falhas na rodovia. "A estrada perto do local do acidente não tem iluminação. Por isso utilizava o farol alto, farol de milha e farol de neblina. Trafeguei por ali seis vezes dentro de um ano, estava consciente que frequentemente ciclistas atravessam a faixa dupla da autoestrada."

Por causa disso, o jovem relata que estava atento, nem dialogava com o carona. Foi nesse momento que o ciclista teria atravessado a pista. "Minha imediata reação foi aplicar força total nos freios do carro, segurando o volante reto, mas infelizmente foi impossível evitar a colisão. Eu me recordo que Wanderson (a vítima) empurrava a bicicleta com o pé esquerdo no chão, sentado, porém, no banco."

Thor relata ainda que "a frenagem trouxe o carro de 100km/h até 90 km/h até o momento da colisão apenas, infelizmente". O forte impacto quebrou o para-brisa, provocando cortes no motorista e impossibilitando sua visão. "Estacionei o carro longe (do local) da colisão, diria que a 200 metros de distância. Liguei o pisca-alertas e com o auxílio de outros consegui sair. Estava com dores no corpo, com muito sangue, tremendo de nervosismo, traumatizado. Nunca tinha sofrido um acidente."

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