'Estava no local errado na hora errada', diz prima

As circunstâncias da morte do representante comercial Rogério Antônio Arone, de 38 anos, atingido por João José de Souza, de 43, surpreenderam até os agentes da Polícia Rodoviária Federal. "Foi uma situação inusitada até considerando o nosso efetivo. A minha turma, de 1994, tem boa bagagem, mas esse caso foi atípico", admitiu o inspetor Antonio Thomaz.

Mônica Reolom, O Estado de S.Paulo

20 Setembro 2013 | 02h08

"Ele foi uma vítima do destino. Estava no local errado na hora errada", disse Maria Célia Matias, prima da mãe de Arone. Ela o definiu como "uma pessoa linda, cheia de vida e com muitos planos para o futuro".

Natural de São Paulo, Arone morava em Mairiporã, na Região Metropolitana, com a mulher, Daniela da Silva Oliveira. Em sua página no Facebook, Arone exibia muitas fotos com Daniela. Algumas mostravam uma viagem ao litoral paulista, no último fim de semana. Feliz, ele anunciava: "O inverno acabou". A mãe dele, Geni, está voltando da Alemanha para o velório do filho, marcado para a manhã de hoje.

Já João José de Souza nasceu em Santo André, no ABC paulista. Casado, morava em Franco da Rocha.

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