Estados Unidos das Bananas

Calma!

TUTTY HUMOR, O Estado de S.Paulo

07 de novembro de 2012 | 02h07

Não há a menor possibilidade de rolar nada entre a filha da Gretchen e o neto do Silvio Santos nos bastidores da novela das 9, Salve Jorge.

Truque de Ohio

Deve ter funcionado de novo! Quem não tinha ontem muito o que dizer quando alguém puxava o assunto das eleições americanas, apelou para a velha máxima "tudo vai depender de Ohio". Dá certo desde os tempos de Abraham Lincoln na Casa Branca!

O que é isso, Mozarildo?

Pode ser que Eduardo Suplicy tenha mesmo atropelado o regimento ao levar o sanfoneiro Chambinho a caráter para uma homenagem a Luiz Gonzaga no Senado. Não raro, acontece! O que constrangeu o Brasil no impedimento de cantar imposto ao convidado foi saber que quem deu a ordem foi o Mozarildo Cavalcanti, que presidia a sessão. Nada particularmente contra o político roraimense, a bronca talvez seja com os Mozarildos em geral!

Fogo amigo

Nem todo mundo, como acredita a presidente Dilma, "se agita na cadeira" quando ouve Xote das Meninas, do Gonzagão ("Ela só quer/ Só pensa em namorar..."). Tem gente que só chega a esse estado de excitação quando toca Bacurinha, do Pastoril do Faceta ("Papai, ai que calor/ Calor na bacurinha...").

À casa torna

Rivaldo pode ser o primeiro reforço do Palmeiras para disputar a Segundona em 2013. Quem o conhece sabe que ele só trocaria o futebol angolano por outra roubada à altura.

Todo ano de eleição americana é a mesma coisa: os comentaristas de política internacional suam a camisa para explicar aquela bagunça, mas acaba que a maioria dos forasteiros só finge compreender a maneira como os Estados Unidos escolhem seu presidente e vida que segue!

Ao contrário do beisebol, que a gente não entende por outros motivos, o jogo eleitoral americano parece esporte de várzea do Velho Oeste.

São mais de 130 tipos de cédulas com pegadinhas diferentes, voto antecipado ou pelo correio, falsos eleitores, mil consultas paralelas, cabines de papelão, cédulas provisórias, filas soviéticas...

No final, o candidato com mais votos populares pode não ser eleito e, em caso de empate no colégio eleitoral, o manual de instruções de acesso à Casa Branca não deixa claro se pode dar velha ou se parte direto para os pênaltis.

Na Flórida, onde a fraude é quase tão famosa quanto a Disney, o pessoal prefere a recontagem manual de votos, mas aceita par ou ímpar!

Cá pra nós, se o processo eleitoral americano fosse coisa de uma República das Bananas qualquer, os Estados Unidos mandariam logo o Jimmy Carter checar a lisura na escolha do presidente. Com grandes chances de dar bode!

Heavy metal

Depois de abaixar as calças dia desses pela segunda vez em 2012 para mostrar o traseiro ao público de seus shows, Rita Lee acabou mobilizando fãs em campanha para que ela volte a xingar a polícia quando quiser tomar uma atitude rock'n roll no palco.

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