Sérgio Castro/Estadão
Sérgio Castro/Estadão

Estado também dará salário para usuário de crack

Diferentemente do programa da Prefeitura, lançado há um mês, usuários terão de se submeter a tratamento médico para receber auxílio

Bruno Ribeiro, O Estado de S.Paulo

25 Fevereiro 2014 | 02h03

Pouco mais de um mês depois de a Prefeitura de São Paulo lançar um programa assistencial para dependentes químicos da Cracolândia, no centro, o governo do Estado anuncia hoje um plano de ajuda que também inclui oferta de emprego e salário para as pessoas que vivem na região. A diferença do novo projeto é que os participantes deverão, obrigatoriamente, receber tratamento médico para a dependência de crack.

O salário, de R$ 395, também será maior do que o pago pela Prefeitura (R$ 330). Entretanto, a jornada será maior: seis horas diárias, contra quatro no programa Braços Abertos, da gestão Fernando Haddad (PT).

No âmbito estadual, serão 40 vagas. Os pacientes inseridos no programa Recomeço serão inscritos no Programa Emergencial de Auxílio Desemprego (Frente de Trabalho). Os 13 primeiros inscritos estão atualmente em tratamento no Centro de Referência de Álcool, Tabaco e outras Drogas (Cratod).

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