'Estado' fala da cultura hacker desde 1987

Como nem todos os hackers são mal-intencionados, jornal se preocupou em não vilanizar atividade

O Estado de S.Paulo

22 de junho de 2012 | 03h08

"Cyberpunks, bandidos da tecnologia." "Hacker entra pela porta de fundo da rede." Era assim que o Estado se referia aos hackers no passado.

A primeira menção ao tema, feita em 1987 no Caderno 2, é um texto sobre as raízes da cultura hacker - e o impacto dela no Brasil. A partir dos anos 1990, o tema se tornou mais recorrente. A prisão de Kevin Mitnik, em 1995, relativizou o conceito: nem todo hacker é mal-intencionado. Mitnik, afinal, nunca ganhou nada com suas invasões e hoje é consultor de segurança digital.

A primeira vez que a cultura hacker foi vinculada à política foi em 2009, no Link, em uma reportagem sobre o Transparência HackDay. "Ao liberar dados, os governos permitem que qualquer um interfira na gestão", diz a reportagem.

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