Está faltando 'mãozinha', diz CET

Parte importante para que o Programa de Proteção ao Pedestre dê certo esbarra em um motivo que, em tese, deveria ser comemorado. Está faltando gente disposta a trabalhar como orientadores de trânsito - já apelidados de "mãozinhas" - para a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

O Estado de S.Paulo

03 Abril 2012 | 03h02

A companhia precisa de cerca de 2 mil orientadores para conseguir emplacar o programa na periferia sem abandonar as ações no centro.

O serviço é simples: com uma camiseta e um boné amarelos fornecidos pelo empregador, o agente vai ficar nos cruzamentos escolhidos para receber o programa e fazer uma orientação dupla: segurar uma bandeira que vai ensinar tanto motoristas quanto pedestres a parar na hora correta, quando o semáforo estiver fechado, e só prosseguir quando estiver verde, tomando cuidado, mesmo assim, para evitar acidentes.

A jornada de trabalho é de seis horas, com fins de semana livres. O salário é de R$ 652 por mês. Mas não está sendo fácil encontrar candidatos. "Economia aquecida, muito emprego...", observa o diretor de Operações da CET, Eduardo Macabelli, ao pedir ajuda até para a imprensa para divulgar as vagas que seguem abertas.

Os interessados devem procurar uma das nove unidades do Centro de Apoio ao Trabalhador (CAT). Esses locais concentram as vagas, espalhadas por toda a cidade.

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