Esquadrão atuou até 1971

Ressaltando que ainda não é possível provar que policiais estão por trás da onda de mortes, o delegado-geral Marcos Carneiro Lima lembrou que a atuação de PMs e policiais civis em grupos de extermínio já ocorreu no passado em São Paulo. "Essa coisa de 'eu sou a morte' não pode prevalecer. Essa cultura de violência, de estar acima da lei, é que gerou Cabo Bruno e justiceiros do passado", disse.

O Estado de S.Paulo

23 Novembro 2012 | 02h10

Formado por policiais civis, o esquadrão da morte atuou na cidade entre 1968 e 1971. O ex-PM Florisvaldo Oliveira, o Cabo Bruno, morto em setembro, foi justiceiro nos anos 1980 - atuando às vezes com policiais.

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