Especialista defende medidas preventivas

Para o especialista em segurança Felipe Gonçalves, da FGS Consultoria, o uso de armas pelos seguranças de shoppings não é adequado. "É uma ameaça ao frequentador. O impacto de uma troca de tiros ali será muito maior do que o benefício criado pela utilização da arma", diz.

Camilla Haddad e Elvis Pereira, O Estado de S.Paulo

14 de agosto de 2010 | 00h00

Segundo ele, a segurança em um shopping deve ser somente "preventiva", identificando possíveis ameaças, e, em caso de pânico, avisando a Polícia Militar.

Flávio Sandrini, superintendente da Verzani & Sandrine Segurança Patrimonial, que presta serviço para 42 shoppings no Estado, afirma que as armas inibem eventuais assaltos. "Os seguranças estão em um ponto estratégico, onde se pode ter algum tipo de reação", afirma. Para ele, não há risco aos frequentadores. "Não vai haver uma ação dentro do shopping. Os seguranças podem agir sem pôr em risco a vida deles ou a dos clientes." Segundo ele, em geral não há seguranças armados na área interna. "O normal é ter um acompanhamento pelas câmeras para depois reagir."

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