Escolas e postos de saúde também não foram reconstruídos

O atraso na reconstrução de imóveis atingidos pela enchente nas 19 cidades alagoanas também atingiu as escolas. Ao todo, 27 foram completamente destruídas no ano passado. Segundo o vice-governador José Thomaz Nonô (DEM), uma escola foi inaugurada recentemente e outras duas, no município de Rio Largo, serão entregues em breve. Apesar do atraso, o secretário estadual da Educação, Adriano Soares, afirmou na semana passada que o ano letivo de 2011 não será prejudicado. "Estamos realizando reposição de aulas, atendendo alunos em salas improvisadas, em um esforço para não prejudicar os filhos dos desabrigados", afirmou.

Ricardo Rodrigues, O Estado de S.Paulo

26 de junho de 2011 | 00h00

O problema é o mesmo com relação aos postos de saúde destruídos pela força das águas. Nonô admitiu que esses equipamentos estão ainda mais atrasados do que a construção das casas e culpou a burocracia das licitações. Apesar disso, diz o vice-governador, já foram abertas concorrências para as obras de 18 postos. Nonô afirma ainda que desde junho do ano passado o Estado tem fornecido alimentação aos desabrigados por meio da construção de cozinhas comunitárias ou pela distribuição de "quentinhas".

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