Escolas abrem em São Paulo, apesar de greve de professores

Categoria reivindica revogação do Decreto que altera remoções, substituições e contratações temporárias

Elvis Pereira, do estadao.com.br,

16 de junho de 2008 | 13h32

Apesar do anúncio de greve de professores, as aulas ocorrem normalmente em algumas escolas da rede estadual paulista nesta segunda-feira, 16. A Secretaria de Estado da Educação informou que deve concluir, à tarde, um levantamento sobre a quantidade de escolas afetadas pela paralisação. Também não há uma estimativa de quantos docentes aderiram ao movimento. Segundo o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), esse número deve ser fechado no decorrer do dia.    Veja também: Professores da rede estadual de SP decidem fazer greve Os professores decidiram cruzar os braços na última sexta-feira, 13. A principal reivindicação da categoria é a revogação do Decreto 53037/08, que causaria prejuízos ao estabelecer avaliação de desempenho aos admitidos em caráter temporário e atribuição de aulas compulsoriamente. O Decreto também altera remoções, substituições e contratações temporárias da categoria. Na pauta constam ainda os pedidos de reajuste salarial, novo plano de carreira, fim da provação automática e limitação de 35 alunos por sala.  De acordo com o sindicato, o movimento deve ganhar força ao longo da semana, pois os representantes da entidade ainda estão visitando as escolas para explicar aos pais e alunos os motivos da greve. Para sexta-feira, 20, 14 horas, está marcada uma assembléia estadual no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), no centro da capital.

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