Escola guarda segredo quando o assunto é o cachê

O cachê dos componentes e a receita da Unidos da Tijuca com apresentações fora do carnaval são informações tão bem guardadas quanto o tema do desfile que a escola levou para o Sambódromo do Rio neste ano: "Segredo".

Bruno Boghossian / RIO, O Estado de S.Paulo

04 de agosto de 2010 | 00h00

Depois da apresentação que arrebatou o público e os jurados no domingo de carnaval, a escola já foi contratada para cerca de 45 apresentações em festas, casamentos e eventos corporativos - impulsionada principalmente pelos números de ilusionismo de sua comissão de frente.

"Nós preferimos não falar em valores. Isso é tema para o próximo enredo do Paulo Barros: "É Segredo 2"", brinca o diretor de carnaval da escola, Ricardo Fernandes.

Para a Festa do Peão de Barretos, a Unidos da Tijuca vai levar à cidade paulista 106 componentes, incluindo os bailarinos da comissão de frente, passistas, músicos, intérpretes de samba-enredo, ritmistas e um casal de mestre-sala e porta-bandeira.

O valor pago pela organização do evento para a apresentação é mais uma informação mantida em sigilo. Em março, pouco depois do título da escola, o preço cobrado era de R$ 7 mil para shows sem a comissão de frente, chegando a R$ 40 mil em apresentações completas.

Em Barretos, a escola ainda vai ganhar o reforço de 300 moradores da cidade, que participam de festas do carnaval local. Coreógrafos se encontrarão com os novos integrantes a partir da semana que vem para comandar os ensaios para a apresentação na cidade.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.