Escola admite que houve falha de segurança

A reportagem do Estado telefonou para a advogada da escola, Tânia Maria Ferreira Moraes, mas ela não atendeu as ligações. Ao portal G1, Tânia disse que a história contada por Suzana foi muito bem planejada. Segundo ela, a manicure telefonou para a escola, se identificou como mãe de João Felipe, deu o nome completo do menino e da professora, além do número da turma.

O Estado de S.Paulo

27 Março 2013 | 02h01

A advogada, no entanto, admitiu que houve falha na segurança do colégio, ao entregar o garoto. "Até na escola com a mãe, ela (Suzana) veio. Não vamos dizer que não houve falha, houve. Mas era uma riqueza muito grande de detalhes", afirmou Tânia. A direção informou que pretende instalar câmeras de segurança. /M.G.

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