Erro sobre rendimentos

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - PIS

O Estado de S.Paulo

29 de agosto de 2012 | 03h06

Sou participante do Programa de Integração Social (PIS) da Caixa desde 1998, e sempre recebi os rendimentos. Depois de 5 anos passei a receber o abono, que é de 1 salário mínimo, ou seja, R$ 622. Porém, neste mês fui prejudicada e não consegui receber o que é meu de direito. Pela data do meu nascimento, no mês de julho, deveria ter recebido o valor no dia 15/8. Meu salário mensal é de R$ 888, menos do que os 2 salários mínimos exigidos para o abono salarial. Mas, ao ir à agência da Caixa Econômica Federal da Avenida do Cursino, Jardim da Saúde, soube que houvera um erro de digitação no espaço em que informam que eu recebo mensalmente a média de 10,76 salários mínimos (tenho um comprovante escrito por eles mesmos com essa informação). Ou seja, quase 10 vezes a mais do que o valor real que recebo por mês! Não é justo! Não é correto eu ter de pagar por um erro dessa instituição. O abono é meu!

LÚCIA HELENA VIEIRA DOS SANTOS / SÃO PAULO

A Assessoria de Imprensa - Regional Ipiranga - da Caixa Econômica Federal informa que entrou em contato com a cliente, sra. Lúcia Helena, e esclareceu que a empresa empregadora é a responsável pelos dados informados na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do ano-base considerado. Caso haja necessidade de retificação, esta deverá ser feita pela empresa no Ministério do Trabalho e Emprego.

A leitora relata: Meu problema não foi solucionado. Estou sendo punida e cerceada de receber o que é meu por direito. Ganho menos que 2 salários mínimos mensais. Peço ajuda!

PINHEIROS

CET não fiscaliza trânsito

O cruzamento da Rua Cunha Gago com a Rua Cardeal Arcoverde, em Pinheiros, é um caos. Faço esse trecho diariamente e garanto que nunca há uma viatura da CET ou agentes orientando o trânsito no local. Quem desce pela Cardeal Arcoverde sempre fecha o cruzamento com a Cunha Gago - os ônibus avançam e param bem no meio do cruzamento. Quem está nessa rua não consegue atravessar, a não ser depois de três, quatro faróis. Para piorar, as Ruas Cunha Gago e Pedro Cristi estão em obras.

ELIETE CHACON / SÃO PAULO

A CET diz que o Largo da Batata faz parte do programa de fiscalização periódica, sendo diariamente monitorada por agentes de trânsito. Por causa das intervenções realizadas na Rua Cunha Gago, em razão das obras de reconfiguração do Largo da Batata, que também contemplam a construção do Terminal de Ônibus da Rua Capri, os ônibus tiveram seus percursos e pontos alterados. Com a construção do terminal, parte da frota de ônibus que circula na região terá seus pontos finais transferidos, proporcionando melhores condições de circulação.

A leitora relata: Não sei como a CET monitora o local, porque estar em uma central lotada de câmeras não resolve!

VIVO SPEEDY

Descaso no atendimento

Cliente há mais de seis anos da Ajato/Vivo, no dia 1.º/8 mais uma vez o sinal da internet caiu. Porém, desta vez com a Vivo à frente da empresa, ficou evidente que o cidadão está à mercê das empresas que monopolizam o mercado. Sobra desorganização, além de sistema de atendimento e telemarketing ineficientes, visitas agendadas e não cumpridas e solução parcial do problema. Depois de várias tentativas, o descaso foi tão desrespeitoso que a única solução foi cancelar o serviço.

ROSÂNGELA DEL VECCHIO

/ SÃO PAULO

A Vivo Speedy informa que a cliente optou por cancelar o serviço.

A leitora lamenta: A ineficiência do serviço me levou a cancelar a TV e a internet. Somos reféns do monopólio. Tomara que a concorrente preste um serviço menos pior.

TERRA SEM LEI

Morumbi sofre degradação

Acompanhei a carta da leitora sra. Sônia Silveira (São Paulo Reclama, ed. de 25/8, pág. C2) sobre a degradação da Avenida Giovanni Gronchi. Não é só essa avenida que está degradada. Toda a região do Morumbi sofre com problemas decorrentes de construções sem planejamento, a proliferação de favelas e a instalação de habitações irregulares, sem contar a insegurança pública. Presenciamos toda a sorte de desmandos, com a serena e irritante aquiescência do poder público. A impressão é de que o local é uma terra sem lei, imune a qualquer tipo de fiscalização, controle e organização.

FRANCISCO ANTONIO B. NETO

/ SÃO PAULO

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.