Equipamentos municipais devem reduzir consumo de água, diz Haddad

O prefeito de São Paulo também confirmou que deverá se encontrar, no próximo dia 28, para discutir questões como a multa por quem lavar calçada

Luiz Fernando Toledo, O Estado de S. Paulo

24 Janeiro 2015 | 16h45

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT) voltou a falar do plano de contingência para redução de consumo de água nos equipamentos públicos da capital. Com o nível dos reservatórios que abastecem a capital em situação crítica, Haddad lembrou que, por determinação da Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp), já ficou estabelecido  em todos os imóveis sob responsabilidade da Prefeitura que consumam menos água.

"Nós já determinamos a redução de consumo onde não prejudicar o serviço. Obviamente que eu não posso exigir que um hospital reduza o consumo se isto colocar em risco a saúde da população. Mas se não justificar, vai ter de reduzir o consumo", disse, durante inauguração da Subprefeitura de Sapopemba, na zona leste de São Paulo. 

O prefeito de São Paulo também confirmou que deverá se encontrar, no próximo dia 28, com outros 30 prefeitos da região metropolitana para que recebam orientações do novo secretário de recursos hídricos do governo estadual, Benedito Braga, sobre como os governos municipais podem agir para a contenção da crise hídrica.  "Disse a ele (ao secretário) que seria muito oportuno que ele se reunisse com os prefeitos da região metropolitana para passar as orientações necessárias para que nós sejamos colaboradores do governo do Estado, que está enfrentando uma crise de abastecimento grande". 

Segundo Haddad, os prefeitos ainda têm "muitas dúvidas" sobre como proceder, por exemplo, em relação às multas por lavar calçadas, sugeridas pelo governo estadual. "Quem arrecada essa multa, qual destino vai ser dado a elas?", comentou. "Nos interessa colaborar e estar de prontidão a tudo que um prefeito possa ajudar". 

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