Equipamento deve ser instalado onde tem alguém de olho

Análise: Kazuo Nakano

É ARQUITETO, URBANISTA, DOUTORANDO EM , DEMOGRAFIA NA UNICAMP, O Estado de S.Paulo

03 Setembro 2012 | 03h02

A depredação de lixeiras, orelhões, placas e outros itens do mobiliário urbano é um problema recorrente nos centros urbanos. Isso faz parte do cotidiano de qualquer cidade do mundo, inclusive daquelas com melhor planejamento e boa gestão. Em São Paulo, a situação se agrava porque muitas vezes esse mobiliário é desvalorizado e visto como algo que não pertence a ninguém, quando na verdade pertence a todos. Nos últimos anos, se tentou instalar vários tipos de lixeira na cidade: de plástico, metal, concreto ou argamassa armada. Todas foram vítimas de vandalismo.

É necessário insistir na instalação e fazer campanhas para evitar a depredação. Ao mesmo tempo, é importante pensar na distribuição mais adequada como, por exemplo, junto às bancas de jornais, pontos de ônibus e estabelecimentos comerciais. As lixeiras devem estar em locais com pedestres, mas sem atrapalhar a passagem. Não adianta simplesmente instalar lixeira no poste. É preciso instalá-la em áreas que recebem cuidado constante e onde sempre haverá alguém de olho.

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