Engenheiro morto em desastre estava acostumado a viajar

Tomita, de 51 anos, foi um dos fundadores do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas na região de Maringá

Evandro Fadel, do Estadão,

19 de julho de 2007 | 03h03

O engenheiro civil Heurico Tomita, de 51 anos, viajava a cada 15 dias, entre Maringá, no norte do Paraná, onde morava, e Cachoeira do Sul (RS), onde tinha uma filial de sua empresa, Consolit Engenharia e Sistemas Construtivos. Ele era um dos passageiros do vôo JJ 3054, da TAM, que se acidentou no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.   Veja também: Separado da família, advogado vê explosão Empresário paulistano competiu na S. Silvestre Morte de 4 da mesma família comove Birigüi Empresário queria abrir empresa em Angola Passageiro antecipa vôo e morre em acidente Irmãs queriam assistir a filme de Harry Potter Amazonense filho único vinha de curso no RS   Ultimamente, Tomita vistoriava a construção de um barracão destinado à produção de biodiesel no município gaúcho. Também tinha obras sendo construídas em Anápolis (GO).   Casado, com dois filhos, de 19 e 22 anos, ele foi um dos fundadores do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Materiais Elétricos (Sindimetal) na região de Maringá e, atualmente, era um dos diretores da entidade. Sua empresa possui 70 funcionários. Tomita era também um dos membros ativos da colônia japonesa do norte do Paraná.   O auditor contábil José Antonio Lima da Luz, de 60 anos, também tinha ligação com o Paraná. Apesar de ter nascido no Rio Grande do Sul, para onde viajava com freqüência, visto ter entre os clientes uma cooperativa gaúcha, ele morava havia oito anos em Londrina. Luz era casado, mas não tinha filhos.

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