Energia não foi religada

PÉSSIMO ATENDIMENTO DA AES ELETROPAULO

O Estado de S.Paulo

27 Outubro 2012 | 03h02

Na madrugada do dia 29 de setembro tive a fiação elétrica da minha casa danificada por ladrões em busca de fios de cobre. Quando me dei conta da falta de energia, liguei na AES Eletropaulo para pedir a religação do serviço. Prometeram resolver o problema em três horas, o que não ocorreu. Liguei então no setor de emergência e os técnicos finalmente vieram. No entanto, ao chegarem em casa, disseram que eu tinha de ter comprado os fios para que a empresa pudesse religar a força, pois o roubo dos fios se deu no poste que pertence à casa onde moro. Ora, por que isso nunca me foi dito ou explicado? Como se vê, fui muito mal orientada. Pois bem, comprei os fios e, pela terceira vez, pedi a religação de energia. Esperei, esperei e nada de o técnico chegar. Fiz nova solicitação, sem sucesso. Chamei um eletricista particular e paguei R$ 100 para ter a energia religada. Se dependesse da Eletropaulo, estaria esperando até agora... Quanto descaso!

RITA DE CÁSSIA CARLETTI DE MOURA / SÃO PAULO

A AES Eletropaulo informa que, em 19/10, uma equipe esteve no local e regularizou a ligação de energia elétrica da leitora.

A leitora desmente: "Uma equipe esteve no local e regularizou a ligação de energia elétrica?" Quem resolveu o problema fui eu, que contratei um eletricista e paguei o serviço do meu bolso! Repito: se dependesse deles, estaria sem luz até hoje! Eles "fazem de conta" que nos atendem e é no mínimo ultrajante a situação a que somos submetidos por tais empresas que visam ao lucro antes de tudo.

EDP BANDEIRANTE/ANEEL Seguro pode ser cobrado?

Ao analisar minha conta de luz, tendo em vista o noticiário sobre os "penduricalhos" fiscais que sobre ela incidem, verifiquei que estava pagando por um, sem que me desse conta. Trata-se de um "seguro", no valor de R$ 5,70, cobrado há muito tempo, mensalmente, sem a minha autorização. Ao questionar a EDP Bandeirante e solicitar o reembolso de todos os valores já cobrados, a ouvidoria da concessionária respondeu que o chamado seguro Além da Conta é "ofertado aos clientes por meio de mala direta e, conforme orientação, sendo efetivado o pagamento da primeira fatura, pressupõe-se que o cliente o aceitou, motivo pelo qual foi indeferido o pleito de reembolso". Além de não me informarem para que serve o seguro, não foi esclarecido para que seguradora ele é pago. Gostaria de obter um posicionamento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sobre esse seguro e sua forma de cobrança, levando o consumidor a acreditar que é compulsória e que faz parte de sua conta.

CARLOS EDSON FERREIRA VIEIRA / GUARULHOS

A EDP Bandeirante informa que está em contato com o cliente

para solucionar o caso.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) não respondeu.

O leitor reclama: A EDP Bandeirantes se limitou a confirmar o que a sua Ouvidoria já tinha informado. Essa forma de oferecer seguro cria uma obrigação para o consumidor; caso ele não o aceite, há todos os percalços já conhecidos para ele ser atendido. O caso lembra o envio de cartões de crédito para a residência do provável cliente, sem sua autorização. Volto a perguntar à Aneel se essa prática é permitida às concessionárias.

PARAÍSO

Via com asfalto remendado

Gostaria de saber da Subprefeitura Vila Mariana se há previsão de recapeamento da Rua Doutor Tomás Carvalhal, no bairro do Paraíso, no trecho entre as Ruas Cubatão e Tutoia. Esta via é de trânsito cada vez mais intenso, mas o asfalto, o mesmo há mais de 25 anos, está repleto de remendos.

DIRCEU MASINI FILHO

/ SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, por intermédio da Superintendência das Usinas de Asfalto (SPUA), informa que realizará vistoria na Rua Dr. Tomás Carvalhal e, caso seja constatada a necessidade de recapeamento,

a via será incluída nos próximos lotes de serviços. A Subprefeitura Vila Mariana manterá, quando necessário, serviço de tapa-buraco, a fim de diminuir os possíveis problemas relatados.

O leitor comenta: Esperamos que a promessa de vistoria seja cumprida e que os serviços de recapeamento sejam executados, pois nossa rua, em termos de manutenção do calçamento, foi esquecida pela Subprefeitura Vila Mariana há pelo menos 25 anos.

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