Werther Santana/Estadão
Werther Santana/Estadão

Empresas e motoristas de ônibus de SP chegam a acordo sobre proposta salarial

Categoria concordou com proposta de conciliação apresentada pelo Tribunal Regional do Trabalho nesta segunda e afastou possibilidade de paralisações do serviço

O Estado de S.Paulo

22 Maio 2017 | 18h09

SÃO PAULO - As empresas de transporte coletivo da cidade de São Paulo e motoristas e cobradores chegaram a um acordo sobre a proposta de reajuste salarial para a categoria nesta segunda-feira, 22, evitando, assim, a possibilidade de paralisações do serviço. De acordo com o sindicato das empresas (SPUrbanuss), o acordo foi alcançado por intermédio do Tribunal Regional do Trabalho, para onde a questão havia sido levada na semana passada diante da possibilidade de greve. 

Em nota emitida nesta segunda, as empresas informaram que prevaleceu a proposta do Tribunal que sugeriu um reajuste salarial de 4%, aumento do ticket refeição de R$ 20,50 para R$ 22, subsídio de convênio odontológico de R$ 8 para R$ 12, subsídio de convênio médio de R$ 75 para R$ 95 e renovação das demais cláusulas da convenção coletiva de 2016. O acordo é retroativo a 1º de maio, data-base da categoria.

A SPUrbanuss havia acionado a Justiça na semana passada diante da informação de que a categoria pretendia paralisar parcialmente os serviços na quarta-feira, como forma de protesto ao andamento das negociações. A manifestação acabou sendo suspensa até que uma nova proposta fosse apresentada. O sindicato patronal já havia obtido liminar para o funcionamento de 75% do serviço nos horários de pico e de 50% nos demais horários no dia da paralisação.

As empresas informaram nesta segunda que, em assembleia, motoristas e cobradores decidiram aceitar a proposta de conciliação apresentada pelo vice-presidente judicial, desembargador Carlos Roberto Husek. 

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