Empresas de ônibus cobram presença da GCM nos terminais e garagens

Pedido não foi atendido pela Prefeitura, segundo o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo

Rafael Italiani, O Estado de S. Paulo

22 Maio 2014 | 16h08

SÃO PAULO - As empresas responsáveis pelo transporte coletivo em São Paulo cobraram em um ofício que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) também estivesse nos terminais e garagens de ônibus para que os veículos pudessem prestar o serviço. O pedido não foi atendido pela Prefeitura, segundo Francisco Christovam, presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo (SP-Urbanuss).

"Do ponto de vista das empresas, tanto os veículos quanto as suas instalações fixas, por estarem absolutamente vinculados a serviços público, podem ser considerados bens da prefeitura", disse Christovam. Ainda segundo ele, também foi pedido que a GCM ajudasse a desobstruir vias e terminais com ônibus parados.

Na terça-feira, o secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, criticou a ausência da Polícia Militar. O Estado apurou que na reunião desta quarta-feira entre a Prefeitura e a Secretaria de Estado de Segurança Pública, o assunto não foi tratado. Dentro da PM a posição é de que, apesar das limitações da GCM, a presença da guarda poderia ajudar na liberação dos terminais.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.